22 de julho de 2014

*malas prontas


*diz que vamos novamente de férias. e é verdade. por isso lá estou eu a preparar as malas de toda a gente. já está quase tudo pronto, ficando apenas a faltar aquelas pequenas coisas que só mesmo no dia da partida conseguimos/podemos enfiar para dentro da mala.

*desta vez vamos para Portugal!! eu e a M. vamos já amanhã - para a M. aproveitar uns dias de praia com os meus pais - e o maridaço vai só no início de Agosto. ah que o tempo nunca mais passa... estou deserta de aterrar em Lisboa!

17 de julho de 2014

*bodas de neve



*ontem - 16 de Julho de 2014 - celebrámos o nosso 3º aniversário de casamento! e como forma de "comemoração", decidimos fazer uma pequena visita à terra que nos acolheu durante os dois primeiros anos de casados e onde a nossa M. nasceu: Münster!

*não fizemos nada de lamechas, mas apenas aquilo de que gostamos: passear. as saudades de andar por ali eram muitas e com o dia de sol fantástico que esteve, foi um dia muito, mas mesmo muito!, bem passado. é bom fazer o que gostamos e voltar aos locais onde fomos felizes!!

*parabéns a nós por mais um ano e venha o próximo!!

14 de julho de 2014

*do mundial


*ora parece que a Alemanha ganhou. e ainda bem. =)

*devia haver muita gente a torcer pela Argentina, mas eu estava e estarei sempre - salvo contra Portugal - a torcer pela Alemanha. afinal, não só é o país que me acolhe como foi onde a minha filha nasceu, por isso, viva eu onde viver, a Alemanha terá sempre um lugar especial no meu coração. 

8 de julho de 2014

*S. Pedro, o bipolar!

(Photo by R!)

*porque neste país chove que se farta e faz muito frio, uma pessoa tem mesmo que pensar no que veste e calça, pois se há coisa de que ninguém gosta é andar a tremer.  

*assim, e porque o outono não tarda aí - até diria que já cá está, porque verão é coisa que não vejo, mas enfim - já comprei estas galochas para a M. e com o extra de trazer um forro para os meses mais frios. segundo os entendidos, as galochas tanto podem ser usadas no inverno como no verão, bastando apenas tirar o forro. 

*ora, como a garota ainda está a crescer, decidi comprar umas maiores para ter a certeza de que conseguia usar durante todo o inverno e primavera. mas pelos vistos pensei mal na coisa: é que ela precisa delas agora!! já tiveram dias fantásticos de sol e calor e eu pensei que tinha vindo para ficar, pelo que pensei em começar a ver do que ela precisa para os tempos mas frios, pois vem sem que se dê bem conta disso. mas bem que me lixei. tem chovido a rodes e agora preciso das galochas para andar com ela a passear na rua, mas ela não as consegue usar.

*este S. Pedro já parava para pensar no que anda a fazer.. é que assim não dá amigo!!

7 de julho de 2014

*desabafo


*e confesso que é mesmo isto que sinto agora pelo meu irmão. não é que aquele palerma tem sempre pressa para casar e decide a coisa e avisa com cerca de um mês de antecedência?! não sei o que raio vai na cabeça dele e da mulher para decidirem tudo às três pancadas. 

*não é a primeira vez que faz uma destas. da primeira vez, avisou-me no dia 14 que ia casar a 12 do mês seguinte. cerimónia pelo civil e, segundo as palavras dele, "não vamos fazer nada de especial, por isso não precisas de vir". como devem calcular, não fui. não porque tinha algo mais importante para fazer, mas sim porque vivo no estrangeiro e com um "convite" daqueles não vou a lado nenhum. lá casaram.

*depois da filha nascer, decidiram que iriam casar pela igreja e baptizar a miúda no mesmo dia. até aqui tudo bem. o problema é que decidiram que o iriam fazer no próximo mês. e decidiram nem há uma semana atrás. ligou-me a 5ª feira a perguntar até quando estava em Portugal. na 6ª foi à igreja e verificou que só daria mesmo duas semanas depois de me ir embora. basicamente, vou para Portugal entretanto, fico três semanas e no final do próximo mês tenho que voltar para o casamento. e ainda por cima convidou-me para madrinha. não fosse ele meu irmão e mandava-o para um sitio que eu cá sei...

1 de julho de 2014

*safety tat

*volta e meia lembro-me de um episódio de um miúdo alemão, com cerca de 6 anos, perdido no Chiado. tentei ajudar, mas eu não falava alemão, nem as pessoas que estavam por ali, e ele não falava inglês. acabou por ficar com um segurança do Chiado, que ia tentar arranjar alguém que conseguisse falar com ele e tentar saber alguma coisa dos pais. foi um stress.

*por isso confesso que desde que a M. começou a dar os primeiros passos, ainda que de modo muito incerto e que a cada 6 fosse com o rabo ao chão, me assaltou um "pânico" de que ela se pudesse perder quando estivéssemos na rua e ela já andasse sozinha, ainda que "meio torta"

*foi então que, ao desfolhar uma revista, me deparei com as safety tat. são tatoos, porque podem durar vários dias, mas são removíveis assim que se queira. basicamente aquilo cola-se numa qualquer parte do corpo e depois escrevemos o nosso número de telefone. just in case, tal como eles dizem.
Safety Tat

*como sabem, fomos de férias há uns dias e achei que seria uma boa altura para experimentar a safety tat. coloquei-a, ainda cá em casa antes de sairmos para o aeroporto, e ela aguentou-se no braço da M. até voltarmos - 7 dias. aliás, até fui eu que a tirei, caso contrário aquilo continuava lá colado.

*felizmente não tivemos que testar a eficácia da mesma, mas tenho que dizer que o simples facto de saber que poderia ser facilmente contactada por quem a encontrasse caso ela se perdesse me deixou bem mais descansada. claro que não foi por isso que deixei de ter mil olhos em cima dela ou que a perdi de vista por um segundo que fosse. não, longe disso. mas o que é certo é que me tirou um peso de cima por saber que, pelo menos, e porque os acidentes acontecem, fiz o que podia para a proteger o máximo possível.

*como a M. não se queixou de ter aquilo no braço e não a tentou tirar, e como eu me senti mais descansada com o uso da safety tat, vou voltar a comprar mais outros dias de férias ou para qualquer outro evento mais populoso. 

*infelizmente não estão à venda em Portugal, mas podem-se comprar facilmente na internet. pode ficar mais caro por causa dos portes internacionais, mas, bem vistas as coisas, não há como pôr um preço na segurança dos nossos filhos.